Reportagem do Programa
Globo Repórter.
Reportagem publicada no
portal do Jornal
O ESTADO DE SÃO PAULO
Reportagem do Programa
Um Pé de Que? TV Futura
Reportagem da
Revista da Madeira
nº 88, Ano 15
Reportagem do Programa
Globo Rural
Reportagem publicada no
portal Ambiente Brasil

SUBPRODUTOS


OUTRAS RENDAS (ALÉM DA MADEIRA) NÃO INCLUSAS NAS PLANILHAS

1) - Guanandi agregando valor à terra: Já entre o 3º e 5º ano ("fechamento da floresta") sua terra terá seu valor de mercado multiplicado muitas vezes,  seja pela raridade (terra + floresta nobre), seja pelo potencial da madeira, seja pelo interesse nacional e internacional dos empresários no ramo madeireiro (seguro como investimento pela escassez sem risco de competição, seja pelo aspecto ambiental - credito de carbono), certamente a "bola da vez", agora e no futuro. Explicando em números: (ver a planilha do link 2)  R$ R$  6.352.128,00 / 18,5 anos = R$ 343.358,27 de receita anual para cada 5 hectares. No quinto ano (fechamento das árvores), seus 5 hectares valerão R$ 1.716.791,35. É o momento que seu empreendimento se torna atrativo, se você tiver interesse em vender já nessa fase.

2) - Guanandi - Rentabilidade como seqüestrador de carbono: Só as plantas nobres como o guanandi se enquadram nos projetos internacionais de seqüestro de carbono. Estudos indicam o guanandi como das melhores plantas que se adaptam aos projetos de seqüestro de carbono. A Bolsa de Mercados & Futuros (BM&F) já esta autorizada a comercializar o carbono seqüestrado em projetos como o do guanandi.

3) - Sementes: Além do uso para produção de mudas a semente tem potencial na  industria de fitoterápicos, cosmética, alimentícia  (humana - castanha / animal - ração) e  principalmente  para biodiesel já que as sementes contém um óleo essencial com 44% de pureza.

4) - Industrias Farmacoterápicas: Folhas, galhos e sementes poderão serem vendidos para industrias farmacoterapicas.  Explico: Laboratórios  nacionais e internacionais estudam o GUANANDI no combate a doenças como AIDS , câncer , diabetes , úlcera , etc..., inclusive a Universidade Federal do Mato Grosso ( ver nosso site ) , através do Pesquisador Dr. Paulo Teixeira de Sousa Jr. Recentemente a Vasconcelos Florestal  participou de congresso que congregou laboratórios do Brasil e do mundo. - Prof. Dr. Paulo Teixeira Jr. Pró Reitor de Pesquisa da UFMT .  Fone celular (65) 99813386 , Fone da UFMT : (65) 6158301.

5) - Guanandi em sistemas agroflorestais: Outra possibilidade durante o manejo é a técnica do sistema agroflorestal ,ou seja , o plantio de outras culturas no sub-bosque do GUANANDI, de espécies que vão bem na sombra, nos espaços ( em consórcio ) onde forem sendo feito os desbastes, tais como cacau , café , palmito Jussara, pastagens para gado ou ovelhas , etc.

6) - Guanandi - É madeira que dá Laminação: Os valores do m3 estimado no link 2 (preço de venda por m3 = R$ 2.000,00)  são valores para a madeira em pranchas. No caso de venda da madeira laminada (vendida por metro linear), considerar que essa receita dobrará uma vez que um mesmo m3 gerará muitos metros lineares.

Fase em que se encontram os estudos fitoterápicos com o Guanandi

E-mail recebido do cientista Dr. Antonio Paez de Carvalho

Prezado Eng. Vasconcelos:

1) EXTRACTA fechou em 1999 um contrato com a então GlaxoWellcome (hoje GlaxoSmithKline) para o desenvolvimento de novas moléculas naturais com potencial terapêutico.  A idéia era que o contrato tivesse uma parte "upfront" que custearia a pesquisa numa base "cost plus"; e haveria royalties de 3% sobre as vendas líqudas mundiais para a EXTRACTA, cerca de 50% dos quais seria distribuida a parceiros de vários tipos, desde os provedores de material vegetal (que por uma simples autorização de coleta em suas terras teriam 2,5% da receita líquida dos royalties recebidos pela EXTRACTA), até os cientistas envolvidos no processo de descoberta e invenção (47,5%).  Esta seria a principal receita da EXTRACTA, uma vez que as vendas líquidas mundiais de qualquer novo produto de uma multinacional farmacêutica é da ordem de US$200 milhões anuais, ou seja, da ordem de US$6 milhões anuais de royalties pagos à EXTRACTA.  Infelizmente, a GlaxoWellcome fundiu-se com a SmithKlineBeecham em 2001 para formar o novo mamute farmacêutico, a GlaxoSmithKline, que resolveu desistir de produtos naturais e dedicar-se ao desenvolvimento de medicamentos baseados em química e genômica.  Assim, as dez moléculas que desenvolvemos para o projeto ainda não renderam royalties.

2) EXTRACTA está agora dedicada a comercializar extratos medicamentosos que desenvolveu durante o contrato com a Glaxo.  Esse é um processo complexo, que exige a parceria com uma indústria farmacêutica de pelo menos médio porte, que esteja interessada em desenvolver fitoterápicos inovadores (não contemplados na fitoterapia nacional, que depende de plantas não existente no Brasil, em sua maior parte européias e asiáticas).  Isso obriga a investimentos pela indústria parceira, que deve oferecer a EXTRACTA o mesmo tipo de negócio da Glaxo: 3% sobre vendas líquidas mundiais. Estamos no momento desenvolvendo exatamente o modelo de participação dos provedores, na base de 2,5% da receita líquida da EXTRACTA com o produto, mais custos diretos e indiretos de produção.

3) Estou examinando os dados científicos e a patente do Prof. Tabajara com o Prof. Paulo Teixeira de Souza Junior da UFMT concernente ao guanandi.  Se conseguirmos montar uma equação adequada para a exploração comercial, a sua empresa seria certamente a provedora ideal de material vegetal.  Se chegarmos até ai, terei prazer em sentar na mesa consigo para ajustar a distribução justa de benfícios ao longo da cadeia.  Voltarei a me comunicar consigo em maio, pois terei um mês de abril apertado com viagens e a própria vida da empresa.

Cordialmente,

Antonio Paes de Carvalho
Diretor Presidente
EXTRACTA Moléculas Naturais S/A
(vide www.extracta.com.br para detalhes da operação da EXTRACTA)

 

Estudos Mundiais - Fitoterápicos e Farmacéuticos com o Guanandi

1: Phytochemistry. 2005 Mar;66(6):723-6.

A polyisoprenylated ketone from Calophyllum enervosum.

Taher M, Idris MS, Ahmad F, Arbain D.

Department of Chemistry, Faculty of Science, Universiti Teknologi Malaysia, 81310 Skudai, Johor, Malaysia.


2: Phytochemistry. 2004 Sep;65(18):2561-4

Allanxanthone B, a polyisoprenylated xanthone from the stem bark of Allanblackia monticola Staner L.C.

Azebaze AG, Meyer M, Bodo B, Nkengfack AE.

Department of Chemistry, Faculty of Science, University of Douala, P.O. Box 24157 Douala, Cameroon. axebaxe@yahoo.com


3: Planta Med. 2002 Jan;68(1):41-4

New and antifungal xanthones from Calophyllum caledonicum.

Morel C, Seraphin D, Teyrouz A, Larcher G, Bouchara JP, Litaudon M, Richomme P, Bruneton J.

SONAS, UFR des Sciences Pharmaceutiques et Ingenierie de la sante, 16, Bd Daviers, Angers, France.


4: Phytochemistry. 2004 Oct;65(20):2789-95

Antimicrobial and cytotoxic agents from Calophyllum inophyllum.

Yimdjo MC, Azebaze AG, Nkengfack AE, Meyer AM, Bodo B, Fomum ZT.

Department of Organic Chemistry, Faculty of Science, University of Yaounde I, PO Box 812, Yaounde, Cameroon.


5: J Nat Prod. 2001 May;64(5):563-8.

Novel cytotoxic 4-phenylfuranocoumarins from Calophyllum dispar.

Guilet D, Helesbeux JJ, Seraphin D, Sevenet T, Richomme P, Bruneton J.

SONAS, UFR des Sciences Pharmaceutiques et Ingenierie de la Sante, 16 Bd Daviers, F-49100 Angers, France.


6: J Nat Prod. 2000 Nov;63(11):1471-4.

New xanthones from Calophyllum caledonicum.

Morel C, Seraphin D, Oger JM, Litaudon M, Sevenet T, Richomme P, Bruneton J.

SONAS, UFR des Sciences Pharmaceutiques et Ingenierie de la Sante, 16 Bd Daviers, F-49100 Angers, France, and ICSN-CNRS, Gif-sur-Yvette, F-91191, France.


7: J Nat Prod. 2003 Mar;66(3):368-71.

Chemical constituents of Calophyllum brasiliense. 2. Structure of three new coumarins and cancer chemopreventive activity of 4-substituted coumarins.

Ito C, Itoigawa M, Mishina Y, Filho VC, Enjo F, Tokuda H, Nishino H, Furukawa H.

Faculty of Pharmacy, Meijo University, Tempaku, Nagoya 468-8503, Japan.


8: J Nat Prod. 2002 Mar;65(3):267-72.

Chemical constituents of Calophyllum brasiliensis: structure elucidation of seven new xanthones and their cancer chemopreventive activity.

Ito C, Itoigawa M, Mishina Y, Filho VC, Mukainaka T, Tokuda H, Nishino H, Furukawa H.

Faculty of Pharmacy, Meijo University, Tempaku, Nagoya 468-8503, Japan.


Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?CMD=Display&DB=pubmed

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